"O Refúgio" – revela o amor de Jesus além dos preconceito‏s

O livro é enriquecido pelas obras de arte em bico de pena, do mestre Jorge de Oliveira, que acompanham a obra. Misturando o sacro e o profano, “O Refúgio” oferece conforto para quem acredita que Cristo foi um homem além de seu tempo e que pregava o amor de diferentes formas.


Neste romance, foi adotado, como pano de fundo, o mundo pré-cristão próximo, época em que a importância da mulher era minimizada, reduzida ao trabalho braçal, aos cuidados da casa, da família e, basicamente, à procriação, sendo, ao mesmo tempo, a serva submissa ao marido, e a mantenedora do lar. Mas, a partir da era cristã, o papel da mulher não mais se limitava às tarefas domésticas; ela reergueu-se e passou a participar, ativamente, dos acontecimentos sociais. A postura igualitária de Jesus resgatou a dignidade da mulher. Derrubando as barreiras e os preconceitos da ancestral ordem gregária, incentivou a participação delas em seu ministério, atribuindo-lhes tarefas importantes, para a manutenção de seu projeto.


A saga de Ester
Ambientada nessa conjuntura, desenrolou-se a saga ficcionada de Esther, a prostituta de Betúlia, que comercializava sexo, próprio e de terceiros, na cidade de Naim, e as diversas etapas de sua vida, até que o acaso a fez encontrar o primeiro homem que não a olhou como objeto de uso; a inclinação sexual de seu irmão Lúcio, que se apaixonou pelo pescador Tércio; o drama da princesa núbia e seu ódio aos egípcios; a afeição de Esther pelo mercador sírio. O leitor encontrará, também, um amargurado Pôncio Pilatos e o salteador Barrabás, participantes do drama de Jesus.
Completa a narrativa-base, o perdão bíblico, que redimiu a personagem central do peso da culpa. Finaliza a obra, uma conjectural e ousada bênção de Jesus aos jovens Lúcio e Tércio, os amigos leais que manifestaram solidariedade, em sua noite de maior angústia.
O enredo e os participantes são fictícios, bem como o roteiro de vida que se idealizou para a personagem de destaque, a talentosa Esther, a prostituta que cruzou, de maneira fortuita, a princípio; propositadamente depois, o caminho de Jesus, na terra. A personagem, sem nome na narrativa bíblica, desaparece dos textos conhecidos, após o famoso perdão, concedido a ela por Jesus, na casa do irônico Simeão (ou Simão), o fariseu, conforme a narrativa de Lucas, 7. Vamos agora encontrá-la, e conhecer sua história!

 

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 O autor

O escritor Mário de Méroe é advogado, membro Catedrático da Academia Brasileira de Ciências Sociais e Políticas, e Doutor honoris causa em Ciências Sociais. Analista Judiciário Federal de 2ª Instância, aposentado do TRF3 (sede em São Paulo-SP). Possui trabalhos jurídico/dinásticos publicados, destacando-se os livros Tradições Nobiliárias Internacionais e sua Integração ao Direito Civil Brasileiro, Estudos de Direito Nobiliário, e A Perpetuação das Qualidades Soberanas em Dinastias ex-Reinantes. No campo histórico-eclesiástico apresentou o estudo "A Teocracia Bizantina na Itália: Estudos sobre os atributos de Soberania da Real Casa de Margiana e Arachosia, dinastia teocrática de direito histórico, em exílio", veiculado na Itália. Por esse trabalho, recebeu reconhecimento acadêmico com o grau de Doutor em Direito Eclesiástico, bem como a atribuição da "Medaglia del Presidente della Repubblica Italiana Giorgio Napolitano", conforme amplamente veiculado pela imprensa daquele país. É autor de uma trilogia de romances baseados em passagens bíblicas (O Refúgio, O Estigma, e O Outro), publicados pela Paco Editorial.

 Site do autor:
  http://www.msmeroe.org/

 

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Tito Mellão Laraya

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