O Circo - por Junior Dalberto

Todos os domingos pela manhã após ajudar ao seu pai com as compras da feira livre do bairro, Junior trocava a água e a comida do viveiro dos periquitos, das gaiolas dos galos de campinas, do golinha e do canário belga, em seguida o rapazola tomava seu banho, trocava de roupa e caminhava até a igreja católica da Cidade da Esperança.

Nesse dia a aula de catecismo seria, mais uma vez, sobre a vida de São Francisco de Assis e Junior já estava pensando seriamente em uma futura carreira como missionário franciscano, além de amar os animais, adorava a ideia de ter uma vida livre em contato direto com a natureza, assim como os padres franciscanos pregavam. Até um tempo atrás, ele acreditava que seria escritor, pois era apaixonado por livros desde criança e quando aprendeu a ler, mergulhou de cabeça no mundo mágico dos escritores Monteiro Lobato, José Mauro de Vasconcelos, entre outros gênios literários. Pegar livros emprestados na Biblioteca Pública Câmara Cascudo já era um hábito que adotou desde cedo, incentivado por sua mãe que era professora. No quintal de sua casa havia um cajueiro que ele batizou de Minguinho, nome inspirado na personagem Zezé da sua novela favorita “Meu Pé de Laranja Lima”, que lá do alto de sua copa, entre galhos e folhas, se deixava levar pelos frutos da sua incessável criatividade, como se pusesse em prática o poder lúdico de suas fantasias.

Entre sua casa e a igreja que frequentava, havia um terreno baldio que tempos mais tarde se transformou no estádio de futebol do bairro. Excepcionalmente, naquele domingo algo diferente acontecia no local, então Junior, movido pela curiosidade, se aproximou e percebeu que se tratava de um grupo de pessoas empenhadas em erguer a lona colorida de um circo. Além de homens, também havia mulheres e crianças envolvidos naquela função. Foi como amor à primeira vista, o jovem garoto foi seduzido pela magia do circo e como num estado de hipnose, ficou gravitando ao redor da lona observando tudo que acontecia. Em cada piscar de olhos, algo novo surgia diante de seus olhos, primeiro foram as jaulas com um casal de chipanzés e seus dois filhotes, e mais adiante, outra maior com um casal esquálido de leões, que só abriam as bocarras e bocejavam, como se alheios ao mundo.

A manhã só começava, e como um estalo do além, o garoto lembrou que faltava pouco para o início da aula de catecismo, a qual não podia chegar atrasado novamente, afinal, no seu último atraso o padre Tarcísio, pároco da igreja, o fez ficar de pé durante toda a aula como castigo. O desafio para Junior era imenso, pois como já de costume, sempre se atrasava durante o trajeto até a igreja, porque divagava constantemente olhando para o formato das nuvens, que facilmente o fazia perder a noção do tempo e muitas vezes, quando encontrava algum amigo no meio do caminho soltando pipa ou jogando biloca, ele não resistia e aproveitava para brincar alguns minutinhos. Ao se dar conta do horário, Junior tenta acelerar seus passos para compensar o atraso e chega na igreja suando em bicas, apesar da brisa fresca que vem das dunas alaranjadas que divide a Cidade da Esperança do novo bairro que está surgindo, nomeado por Cidade Nova.

 

Ao atravessar correndo o portão da igreja, vai direto para o último banco da sala de aula e constata feliz da vida que a aula de catecismo ainda não tinha começado. Ao seu lado estavam os irmãos gêmeos Jairo e Jorge que se mudaram da Esperança para o bairro das Rocas, ambos são seus grandes amigos, que frequentemente trocam com ele, revistinhas em quadrinhos, livros e figurinhas de álbum. Suas famílias são muito amigas, que muitas vezes, quando os irmãos vêm para a missa na Cidade da Esperança e aulas de catecismo aos domingos, almoçam na casa de Junior, e esse por sua vez, passa alguns fins de semana nas Rocas na casa dos Gêmeos.

Junior, Jairo e Jorge têm a mesma idade, treze anos, e quando estão juntos nas Rocas, as brincadeiras preferidas são os banhos de mar nas Praias dos Artistas e do Meio, ou soltar pipa em Brasília Teimosa junto com a molecada de lá, nas disputas no cerol. Quando os irmãos estão na Cidade da Esperança, as brincadeiras preferidas são as descidas nas dunas com suas tábuas de morro, uma espécie de prancha adaptada pelos garotos para surfarem nas areias, ou soltar pipa em campeonatos de cerol, além de comerem frutas silvestres, caçarem calangos, e às vezes, jogar futebol com uma bola de meia, feita com meia de adulto recheada de papeis, ou restos de tecidos, ou até folhas secas, fechada por um cordame dando-lhe um formato meio oval. Os garotos disputam campeonatos criados por eles mesmos, durante longas tardes de sábados e domingos.

A bola de meia teve seus dias contados e se aposentou quando a viuvinha alegre, Dona Chimena, doou uniformes para o time e uma bola canarinho de couro. Aos domingos os garotos do bairro vestem o uniforme do Esperança Futebol Clube e a pelada é oficial, no campinho meio enviesado no sopé das dunas. O preço dos presentes a garotada já sabia, só tinham que aparecer na casa da Dona Chimena, de vez em quando, para fazer-lhe uns agradinhos de gente grande. Não só os jogadores faziam a alegria da viuvinha, ela também dividia a sua atenção com os espectadores dos jogos e as torcidas organizadas. Os mais velhos solteiros ou casados, até tentam tirar uma casquinha da Dona Chimena, mas ela não dá bola para quem é “mané barbudo” e ainda diz que gosta mesmo é de dente de leite, daqueles que ainda tem cheiro de mijo nas fraldas.

Junior saiu da última aula de catecismo com uma decisão em mente e teria que fazer na primeira oportunidade. Os Gêmeos Jairo e Jorge nesse domingo não foram almoçar na casa do amigo Junior que seguiu sozinho de volta para casa. Ao passar diante do local que estavam armando o circo, viu que a lona já estava erguida e tinham até instalado um letreiro de madeira escrito em letras garrafais “Grande Circo dos Irmãos Acadías” e abaixo uma cabine que supostamente seria a bilheteria, pois ao lado havia um cartaz com os valores da entrada, além de uma observação em destaque, dizendo que menores de idade vestidos com a farda escolar não pagam, desde que acompanhados de um adulto.

O menino estava em férias escolar, era mês de julho, entretanto, algo não mudava, ele precisava continuar ajudando, todas as manhãs, em uma farmácia no bairro das Rocas de um amigo do seu pai. A Farmácia do Djalma ficava entre a padaria São Jorge e o Cine Panorama na rua São João de Deus, e com os trocados que recebia como

 

“faz tudo” no estabelecimento, entregava a metade para ajudar seus pais nas despesas domésticas e o que sobrava, comprava revistas em quadrinhos e algumas bobagens.

Enquanto Junior observava o final da montagem do circo, um garoto com aproximadamente a sua idade, de longos cabelos negros, olhos azuis e de pele muito branca, se aproximou e estendeu sua mão para o cumprimentar, e puxou a seguinte conversa:

  • Tudo bem? Me chamo Roberto Acadías, e você?
  • Pode me chamar de Junior. Você, então, é o dono do circo?
  • Sou filho de um dos donos, é do meu pai e de mais dois irmãos, você não gostaria de entrar e conhecer os bichos?

Junior não pensou duas vezes, entrou admirado pela entrada principal, nesse momento, estavam colocando as arquibancadas. O picadeiro de madeira já estava pronto; a lona de longas e grossas listras vermelhas, verdes, douradas e azuis encheram os olhos do menino de admiração. O garoto do circo o levou para mostrar as tendas dos palhaços, dos anões, da mulher barbuda e todos acenaram sorrindo para Junior em sinal de boas-vindas, passaram pela jaula dos macaquinhos e em seguida a dos leões, o garoto potiguar ficou um pouco distante e perguntou ao garoto do circo se ele não tinha medo.

  • Meu pai diz que quando perdemos o medo fazemos besteira, o medo é quem nos protege dos erros. Tenho medo sim, todas as vezes que os alimento, mantenho uma certa distância.
  • E o que eles comem? Pergunta Junior.
  • Comem de tudo. Às vezes, pegamos até os gatos das redondezas por onde passamos quando a bilheteria é fraca e não dar para comprar carcaças de burros.
  • Na minha rua tem um bocado de gatos, vou pegar alguns e trazer para eles.
  • Traga mesmo, que eu te dou em troca uns ingressos para tu assistir de graça.
  • Feito! É legal viver no circo? Aposto que vocês viajam o mundo inteiro, conhece um monte de lugares né? E antes do garoto responder, Junior continua:
  • E como faz para trabalhar no circo?

-É muito bom trabalhar no circo, eu não imagino outra vida. Nasci no circo quando estávamos no México, sou meio brasileiro e meio mexicano, já conheci centenas de países, sou trapezista, palhaço, cuido dos animais e o que mais aparecer, e estudo nas escolas onde chegamos, é muito legal viver no circo.

  • Rapaz, você poderia me ensinar alguma coisa para eu entrar no circo? Qualquer coisa, eu sei cantar, canto no coro dos jovens da igreja. Pergunta um eufórico Junior.
  • Posso te ensinar a se equilibrar no rolo, é um rolo com uma tabua em cima, o nosso equilibrista ficou no Recife em outro circo, e posso ensinar outros truques

 

também. Você traz os gatos amanhã e eu convenço meu pai para que eu possa treinar você, em uma semana tu vai estar craque e se apresenta, estrearemos amanhã, venha mesmo, independente de trazer os bichanos.

Junior já saiu dali quase flutuando de alegria, e então decidiu que iria conhecer o mundo no circo, era a maior aventura do mundo, só contaria a sua irmã Fabíola quando estivesse perto de ir embora, por enquanto iria cumprir a promessa que havia feito a São Francisco no catecismo e depois iria pegar os gatos pintados de Dona Joaninha, os três negros da velha bruxa Soledade e o gordo angorá de Dona Raimunda.

Quando o menino chegou em casa, os pais e a irmã já haviam almoçado e assistiam o programa do Silvio Santos na televisão ABC em preto e branco, o menino entrou e a mãe mandou ele tomar banho antes de almoçar, ele se banhou, almoçou e pegou um velho saco de estopa que estava embaixo da pia de lavar roupas no quintal, pulou o muro que dava para a casa de Dona Joaninha, a vizinha da esquerda que naquela hora ainda estaria na igreja da assembleia de Deus, a velhinha passava praticamente o domingo inteiro na igreja com o marido e seus dois filhos. No quintal um casal de gordos gatos pintados de branco e cinza dormiam embaixo da pia, o menino aproximou-se e ligeiro feito um bote de cobra, pegou os dois gatos quase simultaneamente e jogou-os dentro do saco, os bichos ficaram miando desesperados, o menino pulou novamente o muro de volta e atravessou um estreito beco da sua casa que dava para a rua e saiu sem ser visto pela família que continuava entretida com a televisão.

Quando chegou no circo entregou os gatos ao novo amigo, que os levou até um barril de madeira, levantou a tampa e jogou todos dentro, pelos miados desconfiou que havia muito mais bichanos.

– Mais tarde, a noitinha, antes das apresentações, alimentamos os leões. Vamos começar os treinos, futuro equilibrista do Circo Acádias?

Junior inflou o peito de orgulho e acompanhou o amigo na nova brincadeira, afinal tudo para ele era encarado como uma nova brincadeira, e passou todo o final de tarde equilibrando-se sobre um pedaço de madeira e um rolo de madeira colorido, mais tarde o novo amigo circense levou-o até a sua tenda e o presenteou com uma fantasia para quando ele fosse estrear, era uma calça e uma camisa azul de um tecido brilhante, com golas e mangas cobertas de pedrarias e fios dourados e vermelhos.

– É nossa, acho que vestimos o mesmo número. Junior emocionado, abraçou o novo amigo e foi para casa com um nó na garganta.

No dia seguinte, logo cedo, foi trabalhar na farmácia como o habitual, seu pai era carteiro e a sua mãe professora, nesse período de férias escolares ela dava aulas de decoração de festas, de feituras de doces e salgados, bolos de aniversários, entre outras ocupações nos clubes de mães nas Rocas, sua irmã Fabiola acompanhava a mãe durantes essas saídas, e toda a família tomavam juntos o mesmo ônibus.

A tardinha quando Junior chegou em casa, lembrou-se da promessa de São Francisco, ficou em dúvidas se cumpriria ou não, afinal não seria mais franciscano, agora

 

iria embora no circo, mas, mesmo assim, decidiu cumprir a promessa, então o menino saiu abrindo todas as gaiolas da casa e soltando os passarinhos do seu pai, abriu também o viveiro da galinhas e foi batendo com a vassoura até os bichos baterem asas, os periquitos ficaram um bom tempo em cima do cajueiro Minguinho junto com o golinha, já os galos de campinas deram um rasante e sumiram em direção as dunas, o canário belga ficou chilreando em cima do muro e não viu quando o gato angorá de Dona Raimunda veio por trás e o abocanhou. Os pássaros que estavam no cajueiro bateram asas do susto, então, Junior correu com a vassoura e deu um golpe na cabeça do gato que caiu desacordado no chão, o menino correu e pegou o saco de estopa e jogou o animal dentro.

– Esse agora vai para barriga do leão, tadinho do canário... mas foi muito bobo, podia ter batido asas como os galos de campina.

  • noite, quando seus pais chegaram em casa e deram com as gaiolas vazias, seu pai enlouqueceu de raiva, nem jantar conseguiu, era apaixonado pelos passarinhos, gastara metade do décimo terceiro com o golinha e com o canário belga, este último era o seu xodó, ganhara até um campeonato de canto no município de Parnamirim. Quando Junior foi entrando o pai nem perguntou, foi logo passando a bofetada no moleque que caiu no chão, deu mais dois tabefes até a mãe se meter entre os dois.
  • Por que você soltou meus passarinhos, seu moleque ruim do juízo? Vociferava o homem.
  • Soltei sim, São Francisco diz que os bichos são de Deus e que é para viverem livre na natureza, eles não fizeram crime nenhum para estarem atrás das grades. Enquanto respondia enraivecido, suas lágrimas caiam pelas faces, o pai partiu para cima do moleque e deu mais dois tabefes, o menino conseguiu escapar e correr para a rua, alguns vizinhos correram para frente da casa atraídos pelos gritos da família, o garoto chegou na porta de casa e gritou:
  • Odeio você, meu pai, eu queria que o senhor morresse! E saiu em disparada em direção ao circo.

Dentro de casa fez-se um silêncio, a noite chegou e Junior não apareceu para dormir, dormiu no circo, voltou no dia seguinte e durante a semana inteira não falou com ninguém dentro de casa, o pai também não lhe dirigia uma palavra, a mãe tentava puxar assunto, mas ele respondia com monossílabos, com a irmã Fabiola ainda trocava algumas palavras.

Veio o dia da apresentação do Junior no circo e ele foi aplaudido no final, o circo passou ainda uns quinze dias no bairro e se preparou para mudar de lugar, não estava dando bilheteria, teriam que partir para João Pessoa, o menino Acadías perguntou se Junior queria ir junto, ele nem pestanejou, afinal, era tudo o que ele sonhava naquele momento, o garoto do circo falou que dali a dois dias teriam que partir. O plano é que ele fosse escondido embaixo da lona do caminhão e depois que passassem no posto fiscal não teriam mais problemas. Junior voltou para casa exultante e separou suas duas melhores camisas, um calção, uma calça, colocou também umas chinelas em uma sacola, mais um desodorante, a escova de dentes, uma pasta, uma caixa de biscoitos Maria e colocou a sacola embaixo da sua cama, dali a dois dias picaria a mula.

No dia que ele iria partir no circo, acordou bem cedo e escreveu uma carta para sua irmã Fabiola, explicando que iria embora no circo, queria conhecer o mundo. E como todas as manhãs ele seguia para trabalhar junto com a família no ônibus, continuava sem falar com o pai, quando desceu deu um jeito de colocar o bilhete dentro do bolso do vestido da irmã, olhou para ela e seguiu até a farmácia, ao dobrar a esquina ficou olhando seu pai e sua mãe caminharem pela rua até sumirem da sua vista, correu até a parada de ônibus e ainda pegou o mesmo ônibus de volta para casa.

Quando chegou no circo, já estava todo mundo se aprontando para partir, o menino Acádias chegou até Junior e falou que pensava que ele tinha desistido.

  • Tá maluco, eu quero conhecer o mundo! E o rapazola subiu no caminhão junto com o outro moleque e ambos ficaram rindo embaixo da lona do caminhão com as travessuras dos três palhaços anões que também viajavam no caminhão.

Depois de uma meia hora de sacudidelas de viagem o caminhão parou, os anões olharam por baixo da lona e falaram:

- Eita, é a polícia!

Quando Junior olhou pela fresta da lona, viu um Jeep do exército e um fusquinha preto e branco da Polícia Civil na frente do caminhão, viu descer do Jeep seu tio que era tenente do exército, o seu pai e a sua mãe que choramingava.

O pai do menino Acadías chegou até o caminhão e pediu para o filho descer e também seu amigo Junior.

  • É esse o seu filho, senhor? Perguntou o altivo espanhol.
  • É ele sim! Exclamou sua mãe que foi correndo para o abraçar.
  • Eu não sabia que ele estava aqui, acredito que o meu filho deve estar por trás disso tudo.
  • Não, o Roberto não tem culpa, foi eu que quis vir, ele até não queria, fui eu que subi escondido no caminhão. Falou Junior tentando livrar o amigo da encrenca.
  • Está bem, já está tudo explicado, agora pega o seu filho, Antônia, e vamos voltar para casa. Falou meu Tio.
  • Vamos filho, seu pai promete que não vai mais te bater e que entendeu a estória dos passarinhos e São Francisco. Falou sua mãe.
  • É verdade moleque, não vou criar mais passarinho e vai ficar tudo bem, sua irmã está em casa te aguardando, foi ela quem nos deu o bilhete.

 

Junior, então, acenou para seu amigo Roberto Acadías que o retribuiu igualmente e subiu de volta no caminhão para seguir viagem.

Dentro do Jeep do Exército, a caminho de casa, Junior observava o tio uniformizado e logo pensou:

  • Será que se eu seguir a carreira de militar terei alguma chance de conhecer o mundo? Afinal, o meu tio já tinha servido no Rio de Janeiro, no Amazonas e até fez um curso no exterior.
  • Tio, é legal ser militar?

Junior Dalberto

 

Sobre o autor

Junior DalbertoJunior Dalberto  é escritor, dramaturgo, encenador e poeta potiguar.

Membro da N.A.L.A.P - Núcleo da Academia de Letras e Artes de Portugal.

Membro da ALB - Academia de Letras Brasileira Seccional Campos de Goytacazes/RJ.

Premiado com o troféu 100 Melhores Poetas Lusófonos 2018 em Ouro Preto/MG.

Premiado com o troféu 50 melhores Contistas Lusófonos 2018 em Petropólis/RJ.

É premiado com quatros troféus Evoé – Festival de Teatro Exu Pernambuco em 2015 pelo espetáculo Borderline.

Premiado com o Troféu Cultura 2016 - Melhor Espetáculo Potiguar por “Ventre de Ostra”.

Destaque Literário Potiguar - Troféu Cultura 2014 pela obra literária Cangaço e o Carcará sanguinolento.

Autor das seguintes obras literárias:

O romance realismo mágico “Pipa Voada sobre Brancas

“O Teatro Mágico de Junior Dalberto - Coletânea de textos Infantis”

“O Teatro Mágico de Junior Dalberto – Coletânea de textos adultos”

O livro de contos “Cangaço e o Carcará Sanguinolento” –

Escreveu ainda o livro de poemas “Leveza Infinita”,

O livro de conto juvenil “Reféns nos Andes”, o livro Infantil Titina e A Fada dos Sonhos e o livro de contos Blattodea.

Autor e encenador dos textos infantis “Um Robô no Mundo da Fantasia” no Rio de Janeiro,

“Pinóquio e o Circo” e “A Trilha da Caveira que Ri” em Natal/RN e Brasília/DF.

Escreveu e produziu o espetáculo infantil “Titina e a Fada dos Sonhos”, e os espetáculos adultos “A Barca de Caronte” e “O Fio da Navalha”

Dirigiu os espetáculos de sua autoria “O Velório da Marquesa Di Fátimo”, “ Borderline” e “Ventre de Ostra”.

Representou a cidade de Natal no III EELP - Encontro de Escritores da Língua Portuguesa.

Integrou a Caravana Literária Potiguar.

Integra o projeto Carrossel da Leitura.

Integra o projeto Federais Solidários.

É membro da UBE/RN - União Brasileira de Escritores e da SPVA - Sociedade dos Poetas Vivos e Afins.

Representou o Brasil participando da obra literária coletânea Brasilis –

Feira Literária Internacional de Cuba-2017.

Participou da Coletânea Antologia Poética Lua Cheia 2018-SPVA.

Participou da Antologia Internacional”Los Refranes En Mi Vida Personal” Serie Mundo Mejor - 2018.

Participou da Antologia Poética Internacional “Mis Guias Interiores” Serie Mundo Mejor - II - 2018.

Participou da Coletânea “100 Melhores Poetas Lusófonos Contemporâneos - 2018” - Literarte. Associação Internacional de Escritores e Artistas.

Participou da Antologia Poética Nacional Prêmio CNPP 2018.

Dirigiu cenicamente as premiações musicais Hangar 2013, Hangar 2014, Hangar 2015, Hangar 2016, Hangar 2017 e Hangar 2018.

Fez a direção cênica da inauguração do Cine Teatro de Parnamirim/RN.

 

 

linkedin

Em destaque

logo com o ISSN

Recanto da Lusofonia logomarca

Editoras - Portugal

Editoras - Brasil

 

 

 

 Renova Livro carto

 

 

Portal Literário - Um Mundo literário ao seu alcance

 

Autor parceiro
Tito Mellão Laraya

 Imagem Tito Laraya